Denúncia
O Instituto Social Mato-grossense (ISMAT) recebeu pelo menos R$ 6,2 milhões em emendas parlamentares só em 2025 e agora aparece no centro de uma investigação pesada.
Desse total, cerca de R$ 2,8 milhões já foram pagos, ligados a emendas do deputado Elizeu Nascimento. O nome dele, junto com o do irmão, o vereador Cezinha Nascimento, entrou no radar após a deflagração da chamada Operação Emenda Oculta, que cumpriu mandados nesta semana.
A suspeita, segundo as investigações, é direta: o instituto pode ter sido usado como ponte para desvio de recursos públicos via emendas parlamentares. Um roteiro conhecido, que muda o nome da operação, mas repete o enredo.
A ação é desdobramento da Operação Gorjeta, que já havia afastado o vereador Chico 2000 da Câmara de Cuiabá no início do ano, mostrando que o caso pode ser maior do que parece.
Outros deputados também aparecem na lista de repasses, como Gilberto Cattani, Dr. Eugênio e Diego Guimarães. Eles destinaram valores para projetos variados, incluindo esporte, cultura e educação. Até o momento, porém, não são alvos da investigação.
Outro ponto que chama atenção são os estornos e reprocessamentos. Um deles, na casa de R$ 2,4 milhões, saiu de cena e depois reapareceu em outra fase da execução orçamentária. Coincidência ou ajuste de rota? É o que a investigação tenta esclarecer.
Em nota, Elizeu Nascimento afirmou que acompanha o caso e reforçou compromisso com a legalidade.
Enquanto isso, a pergunta que fica ; dinheiro público foi parar onde deveria… ou fez um desvio no caminho?
Fonte: MARRETA URGENTE
Escrito por: Redação
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