O vereador Maximino Vanzella rebateu as acusações de Chagas Abrantes, que acusou o secretário de Industria e Comércio, Santinho Salerno, e o prefeito Chicão Bedin de serem membros de uma quadrilha. O lÃder da situação na Câmara relembrou os gastos feitos pela administração do ex-prefeito Dilceu Rossatto.
Citou os supostos R$ 400 mil que teriam sido cobrados pelo ex-prefeito de Curitiba para elaborar o plano diretor de Sorriso para 20 anos. “No passado, trouxeram o Jaime Lerner e pagaram quatrocentos e poucos mil reais para fazer um projeto para vinte anos”, comentou vereador. “E o que é que fizeram que temos que reformar tudo hoje? E o dinheiro se foi naquele momento”, acusa Vanzella, acrescentando que a atual gestão está tendo que refazer o plano diretor de Sorriso.
“Na época se falava muito em quatro anos em vinte”, disse Vanzella em resposta ao ataque do vereador Chagas Abrantes, que disse que o prefeito Chicão Bedin era “quadrilheiro”. “Me preocupa a situação do Legislativo. O que a sociedade quer e exige, senhor presidente, é que ela viu falar em quatrocentos mil reais. E aà é que é o problema. Caem por terra os bons costumes, a ética e a moral”, acrescenta.
O vereador cobra que as denúncias contra os vereadores Chagas Abrantes, Gerson Francio e Roseane sejam investigadas pela Câmara. “E hoje estamos inertes, de braços cruzados. Dez vereadores deixando a sociedade querendo resposta. Quero fazer justiça. Seja no Executivo, seja no Legislativo: pague quem deve, mas não vamos aqui fazer chantagem”, ressalta.
Vanzella disse que não foi eleito vereador para subir em um ringue. “Vim, sim, para um parlamento que discute as situações e o progresso de Sorriso, e para isso que nós estamos aqui”, avalia.
Escrito por: Sérgio Édison