26 de maio de 2026

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SER LEVE NÃO É SER RASO, LEVEZA NÃO É AUSÊNCIA DE PROFUNDIDADE

Tem gente que carrega o mundo com doçura. e isso não é superficialidade — é força bem resolvida.

Foto por: Enricopierro

tem pessoas que entram num ambiente e, sem dizer muita coisa, mudam o ar. gente que sorri com verdade, que escuta com presença, que não se apressa em julgar. são leves. e por serem leves, às vezes são mal interpretadas. confundidas com quem não sente, com quem não pensa, com quem vive na superfície. mas ser leve não tem nada a ver com ser raso. tem a ver com saber flutuar mesmo depois de ter afundado.

         leveza verdadeira não nasce de uma vida fácil. nasce de quem já passou por muita coisa e escolheu não carregar tudo pra sempre. nasce de quem entendeu que viver não precisa ser um fardo contínuo. que é possível ter profundidade sem se afogar nos próprios sentimentos. que dá pra ser intenso sem ser pesado. e que, aliás, ser leve é uma forma de resistência em um mundo que insiste em nos endurecer.

         tem gente que é leve porque aprendeu a se perdoar. porque entendeu que culpa demais sufoca, que autocobrança sem limite paralisa, que remorso não move ninguém pra frente. e então escolheu rir das próprias falhas, amar os próprios pedaços tortos, acolher a própria bagunça. e isso, convenhamos, exige uma força enorme.

        ser leve é saber que a vida já é dura demais pra gente se tornar mais um peso dentro dela. é saber chorar, sim, mas também saber respirar fundo, sacudir a poeira e seguir. é não deixar que a dor vire identidade. é olhar para o caos e dizer: isso não vai me consumir inteiro.

       leveza é um compromisso com a liberdade emocional. com o bom humor que salva, com a delicadeza que constrói, com a simplicidade que conecta. quem é leve não vive fugindo do fundo, só sabe voltar à tona com mais facilidade.

         e no fim das contas, é essa leveza que permanece. porque o que pesa demais, a gente aprende a soltar. mas o que é leve... a gente quer por perto. Sempre.

@enricopierroofctem pessoas que entram num ambiente e, sem dizer muita coisa, mudam o ar. gente que sorri com verdade, que escuta com presença, que não se apressa em julgar. são leves. e por serem leves, às vezes são mal interpretadas. confundidas com quem não sente, com quem não pensa, com quem vive na superfície. mas ser leve não tem nada a ver com ser raso. tem a ver com saber flutuar mesmo depois de ter afundado.

         leveza verdadeira não nasce de uma vida fácil. nasce de quem já passou por muita coisa e escolheu não carregar tudo pra sempre. nasce de quem entendeu que viver não precisa ser um fardo contínuo. que é possível ter profundidade sem se afogar nos próprios sentimentos. que dá pra ser intenso sem ser pesado. e que, aliás, ser leve é uma forma de resistência em um mundo que insiste em nos endurecer.

         tem gente que é leve porque aprendeu a se perdoar. porque entendeu que culpa demais sufoca, que autocobrança sem limite paralisa, que remorso não move ninguém pra frente. e então escolheu rir das próprias falhas, amar os próprios pedaços tortos, acolher a própria bagunça. e isso, convenhamos, exige uma força enorme.

        ser leve é saber que a vida já é dura demais pra gente se tornar mais um peso dentro dela. é saber chorar, sim, mas também saber respirar fundo, sacudir a poeira e seguir. é não deixar que a dor vire identidade. é olhar para o caos e dizer: isso não vai me consumir inteiro.

       leveza é um compromisso com a liberdade emocional. com o bom humor que salva, com a delicadeza que constrói, com a simplicidade que conecta. quem é leve não vive fugindo do fundo, só sabe voltar à tona com mais facilidade.

         e no fim das contas, é essa leveza que permanece. porque o que pesa demais, a gente aprende a soltar. mas o que é leve... a gente quer por perto. Sempre.

@enricopierroofc

Fonte: @enricopierroofc

Escrito por: Enrico Pierro

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