A briga envolvendo o deputado estadual Adalto de Freitas, o Daltinho (PMDB), e o candidato a vice-governador na chapa encabeçada por Mauro Mendes (PSB), Otaviano Pivetta (PDT), parece estar longe de terminar. O peemedebista, que defende o projeto de reeleição do governador Silval Barbosa, adversário de Mendes na disputa, diz que Pivetta, que também é deputado estadual, só não tem o nome vinculado ao escândalo conhecido como "caso Cooperlucas" por ter foro privilegiado.
“Na sentença da Justiça sobre o caso Cooperlucas não consta o nome de Pivetta por causa do foro privilegiado, pois ele é protegido pelo mandato de deputado”, citou o lÃder do PMDB. “E reafirmo que a imprensa divulgou constar no inquérito que os grãos depositados na Cooperlucas foram entregues à Cooperativa Agropecuária e Industrial Luverdense, na época controlada por Pivetta. O processo no qual Pivetta é indiciado está no Tribunal Regional Federal, que vai investigar sua participação”, disparou Daltinho.
Quanto à s acusações de prática de agressão fÃsica contra Lilian Karla, ex-esposa de Daltinho, o peemedebista esclarece que o caso ganhou notoriedade porque ele exerce cargo de deputado. Conforme ele, a Delegacia Especializada da Mulher realizou todas as investigações cabÃveis e não pediu seu indiciamento por falta de provas. O Ministério Público Estadual, em seu parecer, mediante o relatório da delegacia, teria emitido um parecer pela promoção do arquivamento do processo. De acordo com a assessoria jurÃdica de Daltinho, ao contrário do que aconteceu em seu processo, o MP pede o indiciamento de forma categórica de Pivetta.