Meio Ambiente
Segundo o Ministério Público de Mato Grosso, esse foi o maior dano ambiental já registrado no estado. A área desmatada corresponde ao território da cidade de Campinas, em São Paulo
foto - Reprodução
A Justiça de Mato Grosso manteve a decisão que negou a prisão preventiva do pecuarista Claudecy Oliveira Lemes, investigado por gastar mais de R$ 25 milhões em desmate químico em áreas que totalizam 81 mil hectares no Pantanal mato-grossense. A decisão é do juiz João Francisco Campos de Almeida, do Núcleo de Inquéritos Policiais e foi assinada na sexta-feira (26).
Segundo o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), esse foi o maior dano ambiental já registrado no estado. A área desmatada corresponde ao território da cidade de Campinas, em São Paulo.
Os advogados de Claudecy dizem que ele vem cumprindo o acordo de reposição florestal feito com o MP. Foram lançados sobre a vegetação do Pantanal 25 agrotóxicos diferentes, um deles tem a substância 2,4-D - a mesma usada na Guerra do Vietnã.
Desde 2019, o pecuarista tem 15 autuações por danos ao meio ambiente no Pantanal, mas segue solto, cumprindo apenas medidas cautelares.
ðConforme mostrado na reportagem do Fantástico, no período em que fazia o desmatamento químico, Claudecy deveria estar cumprindo um acordo que assinado com o Ministério Público para recuperar a vegetação em áreas destruídas.
ð¸O investigado terá que pagar R$ 5,2 bilhões em multas já aplicadas pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema-MT) e valoração do dano ambiental.
Escrito por: Por g1 MT
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