03 de julho de 2026

Nova Ubiratã

Polícia

Sorriso: Depoimento de detenta levanta dúvidas após citação de cicatriz abdominal inexistente de investigador

Uma nova prova documental no caso envolvendo a Delegacia de Sorriso aponta fragilidades relevantes na tese de estupro envolvendo o investigador da Polícia Civil Manoel Batista da Silva.

Além do Laudo da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) afirmar que não há vestígios de conjunção carnal recente nem lesões externas ou genitais compatíveis com violência sexual, em seu depoimento a denunciante afirma que o acusado teria uma grande cicatriz na região do abdômen.

O caso ganhou repercussão nacional após a confirmação do exame de DNA que apontou a compatibilidade do material genético do policial com o coletado no corpo da vítima.

Conforme verificação constante nos autos, Manoel Batista da Silva não possui qualquer cicatriz ou marca abdominal, o que compromete diretamente a identificação do investigado. Manoel foi indiciado por estupro, denunciado por uma detenta de 24 anos contra o investigador da Polícia Civil, ocorrido dentro da Delegacia.

Além disso, a descrição física apresentada no depoimento é incompatível com as características corporais de Manoel Batista da Silva, ampliando as inconsistências do relato.

O caso também apresenta fragilidades processuais. Nos procedimentos SIMP nº 000950-025/2025 e nº 009998-025/2024, a promotora de Justiça Fernanda Pawelec Vasconcelos declarou-se suspeita para atuar em processos relacionados à atuação do delegado Bruno França Ferreira, a fim de evitar contaminação de atos e futuras nulidades. A promotora já se afastou de mais de 400 procedimentos envolvendo o referido delegado.

No campo técnico, as provas reunidas até o momento são consideradas inconclusivas e não permitem afirmar, de forma inequívoca, a autoria ou a materialidade do crime.

O investigador segue preso e à disposição da Justiça, enquanto o inquérito avança para a fase final.

Uma mulher, de 24 anos, revela que foi vítima de violência sexual dentro de uma delegacia. Esse fato grave parece ser apenas o início de uma questão perturbadora que se apresenta ainda mais séria. No interior do Brasil, o encontro com uma jovem que tem relatos perturbadores dos dias em que ficou presa: “O abuso sexual, carnal. Foi o mais difícil para mim, mais dolorido”, relata a vítima. Atos sexuais forçados. Distorções graves do procedimento policial.

A denúncia atinge em cheio a segurança pública de um território conhecido por sua prosperidade. O principal suspeito é um experiente investigador da Polícia Civil. Manoel Batista da Silva, de 52 anos. 25 deles dedicados aos serviços públicos. A denunciante é uma jovem de 24 anos, com a identidade preservada. Ela foi presa preventivamente em 08 de dezembro de 2025: “Eles alegam que eu fiz um homicídio”, declara. Além disso, já tinha antecedentes criminais e ser condenada por tráfico.

Dois dias depois dessa entrevista, a vítima da denúncia policial teve mandado de prisão expedido por crimes de tortura e organização criminosa. Passou a ser considerada como foragida. No boletim de ocorrência um registro que chama atenção: ela foi identificada como integrante da organização criminosa Comando Vermelho. A mulher nega.

Coube a uma jovem delegada a missão de investigar os acontecimentos. Layssa Leal, 40 anos, apenas dois anos na região, e o desafio de uma carreira. Apurar o abuso contra um policial que trabalhava no mesmo local onde ela atua. As primeiras horas na delegacia seguem o rito processual.

As imagens exclusivas as quais o Domingo Espetacular teve acesso mostram os corredores na Divisão de Homicídio e Proteção à Pessoa. A jovem está acompanhada de seu advogado enquanto é ouvida. A decisão inicial da Justiça é que ela continue presa. No meio da tarde, a denunciante é retirada da cela.

O material genético coletado no corpo da vítima é determinante para revelar a identidade de Manoel. Os resultados indicam que as amostras de DNA coincidem. O caso é investigado pelo Mistério Público de Mato Grosso, mas acabou sendo encaminhado para a mesma delegacia de onde são os relatos de abuso sexual.

O investigador Manoel Batista teve a prisão preventiva decretada. A prisão de Manoel descortina uma série de possíveis irregularidades que estariam acontecendo na divisão de homicídios. Um celular funcional furtado por uma presa sugere a existência de um grupo secreto de policiais em uma rede social. Nossa investigação tem acesso a áudios e conversas trocadas entre eles. Um deles escreve: “Já vi polícia se apaixonar por bandida várias vezes. Amor de grade”. Seguido de uma resposta: “Modelo da DHPP”.

A defesa de Manoel Batista da Silva, de 52 anos, investigador da Polícia Civil que foi preso após acusação de ter estuprado uma detenta dentro da delegacia de Sorriso, vai pedir a anulação da ação penal feita pelo Ministério Público após a promotora Fernanda Pawelec, que fez um pedido formal e por escrito ao Ministério Público, para não atuar em inquérito onde o delegado Bruno França tenha participado, pois a mesma se coloca como SUSPEITA.

 

A manifestação de suspeição, ocorreu após o delegado Dr. Bruno França atuar em uma abordagem na casa da promotora que ocorreu em 2023.

 

Dr. Bruno e os outros delegados também atuaram na investigação e inquérito do caso do investigador Manoel Batista da Silva, o que chamou atenção da defesa de Manoel, que teve acesso ao pedido de SUSPEIÇÃO da promotora em todos os casos que o delegado Bruno tenha envolvimento.

 

A promotora fez o pedido para não atuar em qualquer feito em cujo qual atue ou tenha atuado o Delegado da Polícia Civil Bruno França na Comarca de Sorriso.

 

Fonte: JK NOTÍCIAS

Escrito por: Redação

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