Política
SEM CHANCE
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O presidente estadual do PP, deputado federal Ezequiel Fonseca, afirmou que o partido deverá ficar "bem distante" do governador Pedro Taques (PSDB) nas eleições de outubro. De acordo com ele, a gestão tucana "causou prejuízo aos mato-grossenses".
"O Partido Progressista enquanto estiver sob a nossa liderança, a orientação será sempre de ficarmos longe desta gestão", disse Fonseca durante o lançamento das Diretrizes para o Plano de Governo do PP no Estado.
Porém, o deputado disse que a decisão só ocorrerá em agosto, durante as convenções partidárias. "Até lá tudo é construção, mas, eu continuo com a minha opinião", afirmou ao dizer que respeita as opiniões divergentes dentro da legenda.
Enquanto Ezequiel vem intensificando às críticas ao governador Pedro Taques, e, ao mesmo tempo tem participado das reuniões para discutir apoio à candidatura do senador Wellington Fagundes (PR), outras lideranças vêm mantendo diálogo com o grupo de Taques.
É o caso do ex-ministro da Agricultura, Neri Geller (PP), pré-candidato a deputado federal. Geller defende uma aproximação com o governo Taques, sob alegação de que sempre defendeu a unidade entre Estado e municípios. Nos bastidores, dizem que Geller representará a opinião de Maggi.
Outras lideranças do PP, ligadas ao prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), também avaliam que uma aliança com o tucano seria favorável à gestão de Pinheiro. O vereador de Cuiabá, Diego Guimarães (PP), deverá assumir a presidência do Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat) já nesta semana.
O vereador é ligado a Geller e a sua ida ao governo de Taques, teria o aval de dele [Geller] e da direção municipal do PP em Cuiabá, já que o próprio presidente municipal da legenda, Denilson Nogueira, assumirá a vaga de Guimarães na Câmara.
Fonte: Folha Max
Escrito por: Asc
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